AS MULHERES POR TRÁS DA FEM: Fundação homenageia funcionárias no Dia da Mulher

Mães, filhas, avós, esposas, mulheres com jornada cultural e acima de tudo profissional. A fundação Elias Mansour (FEM) possui 21 anos de existência, porém antes disso funcionava apenas como F.D.R.H.C.D (Fundação de desenvolvimento de recursos humanos e desporto). Neste período transitório muitos rostos femininos não só viram como também participaram e participam até hoje da construção da fundação.
A FEM conta com 29 mulheres lotadas na Sede e mais 36 que estão divididas entre: espaços culturais, Secretaria de Estado de Comunicação (SECOM), Secretaria de Educação (SEE), Usina de Artes, Bibliotecas Públicas, etc…
Hoje dia 8 de março é o dia internacional e dentre tantos nomes destacamos 3 funcionárias para que você possa conhecer um pouco mais sobre suas jornadas na instituição de cultura do estado.
A história de Elda Alencar ou (dona Elda) com a FEM é antiga. Há mais de 30 anos ela trabalha na instituição e revela, “é um amor de longa data.” O seu prazer é ir trabalhar na fundação. E aqui vai um segredo sobre ela, em todas essas décadas de trabalho ela nunca tirou uma licença premium sequer! tudo isso se deve ao amor e dedicação que ela tem ao exercício de sua profissão. Quando começou a trabalhar tinha apenas 32 anos e no início de seu trabalho atuava na diretoria administrativa, depois foi para o gabinete onde trabalha até hoje. Elda revela que foi crescendo junto com a instituição, e que acompanhar esse processo a incentivou a voltar a estudar e se formar em administração para acompanhar todo esse desenvolvimento. A funcionária tem tanto gosto por seu trabalho que mesmo aposentada não se vê longe de sua função. Em entrevista ela explicou que o ambiente em que atua é muito comprometido com a cultura e isso a motiva a contribuir ainda mais. Para ela a fundação foi como uma escola, e até hoje continua sendo.

Maria Leite da Costa conhecida carinhosamente como (Nina) começou sua trajetória cultural em 1982 quando a FEM ainda era apenas F.D.R.H.C.D. (Fundação de desenvolvimento de recursos humanos e desporto). Ela começou exercendo a função de secretaria do setor de material e depois chefe da supervisão, mas desde 1999 está presente na assessoria jurídica. São 21 anos de atuação só nesse setor. A funcionária é uma veterana no mundo da cultura tendo quase 40 anos de casa. Durante esse tempo ela adquiriu muito aprendizado na área cultural participando de vários festivais dentre eles: (FAMP), praia do Amapá, arraiais, bienal do livro, dentre outros. No decorrer de sua estrada na cultura construiu grandes amizades que duram até hoje e conheceu grandes artistas brasileiros como o cantor Belchior. Atualmente ela se sente Feliz por ainda poder contribuir, entretanto o fato de ter que estar ausente neste momento por conta da pandemia da covid-19 a entristece. Nina teve grandes conquistas e realizações em seu tempo na FEM e agradece a isso a Deus e aos seus colegas de trabalho.

Dona Maria José já integra o quadro de funcionários da FEM há mais de 30 anos. O emprego na instituição possibilitou o sustento de sua família, além de fazer muitas amizades. Ela começou a trabalhar na feira de artesanato Kaxinawá com o atual presidente da fundação, Manoel Pedro ao qual ela tem muito apreço em poder trabalhar novamente. A princípio assim que entrou na instituição trabalhou no setor de recursos humanos, mas há muitos anos está no setor de arquivos. Ela tem muito carinho e respeito a instituição e afirma “A FEM é a minha vida.” Maria sempre chega com muita garra e vontade de trabalhar, para isso é essencial. Ao longo desses anos sempre buscou estar bastante presente se esforçando com muito profissionalismo. Suas expetativas em relação a fundação é de que ela cresça ainda mais. A funcionária compreende que a instituição tem um papel social por cuidar com tanto zelo da cultura acreana.

Servidora Pública: Maria Leite da Costa

Para o presidente da fundação Elias Mansour (FEM) Manoel Pedro, a participação das mulheres fortalece a democratização da entidade, além de proporcionar uma boa gestão. isso pode ser observado a partir das mulheres que hoje ocupam cargos de chefia de setores e espaços culturais. São inúmeros órgãos que são dirigidos por mulheres dentro da Fundação entre eles o memorial dos Autonomistas, Museu da borracha e usina de arte João Donato. Isso demonstra o respeito, a consideração e a confiança e a instituição tem como dever fortalecer ainda mais o protagonismo feminino.”

Presidente da FEM: Manoel Pedro

“Essa realidade que hoje se mostra na Fundação é resultado da Conquista das próprias mulheres. As mulheres que nós temos dentro da nossa gestão demonstram competência, seriedade e capacidade de estarem nas funções que estão. Se elas ocupam funções de direção isso é mérito delas e quanto a isso nós devemos fortalecer cada vez mais pois isso nos honra.” Explicou o presidente.

 

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