LIVE SOLIDÁRIA ‘FOLIA EM CASA’ OCORRE EM MARÇO

Nos dias 6 e 7 de março, a Cê Acredita Eventos realiza o primeiro bloquinho “Folia em Casa”. O evento ocorre de forma virtual e busca arrecadar doações para as famílias que foram atingidas pelas enchentes em todo o Estado do Acre. Esse projeto foi financiado através do edital de Produção e Eventos nº 007/2020, gerenciado pela Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM).

O bloquinho de carnaval também procura fortalecer o cenário artístico acreano, englobando diversos segmentos como músicos, trabalhadores informais e técnicos do setor audiovisual. A transmissão se dá através do Instagram e do Facebook @ceacreditaeventos. Para o grupo, esta é a primeira vez se aventurando no ramo de lives.

O produtor Ivan Lendel conta que a ideia por trás do projeto é, além de ajudar o cenário artístico diante da pandemia, usar essa visibilidade para auxiliar famílias que estão sendo afetadas pelas enchentes e outras mazelas. “Estamos em parceria com a ONG ‘Grupo Social pela Vida’, que já tem um trabalho com mapeamento e acompanhamento de famílias, estando em contato direto com quem mais precisa. A gente vai usar o poder da divulgação para atrair ajuda pra eles, recebendo sacolões, materiais de limpeza e dinheiro. Estamos fazendo de uma forma que somos apenas mediadores: tudo vai direto para a conta deles”, relata.

Além disso, a live busca trazer alegria às pessoas que seguem na quarentena, proporcionando um momento de folia. “Os artistas estão bem animados, quem está trabalhando nos bastidores também. Em um momento de tristeza quero tentar levar um pouco de distração e alegria, para a gente lembrar que tudo passa e que um dia iremos voltar a pular carnaval juntos”, conta Lendel.

O produtor diz que ficou sabendo sobre a lei Aldir Blanc através da divulgação da FEM. Os editais da lei federal proporcionaram um auxílio à cena artística do Acre. “Eu já fico de olho na cena cultural do Estado; após as divulgações a gente sentou pra elaborar o projeto e, a partir dele, tentar ajudar as famílias que estavam sentindo na pele tudo o que está acontecendo”.

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