Festival

REVITALIZAÇÃO DA TENTAMEN É APROVADA POR CONSELHO FEDERAL

Foi publicado no Diário Oficial da União o termo de aprovação para a reforma, adequação de acessibilidade e reestruturação da Sociedade Recreativa Tentamen.  A iniciativa entrou na pauta da 16ª Reunião Extraordinária do Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos – CFDD, realizada em 24.09.2020.

O projeto é de responsabilidade e foi apresentado pela Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), que tem como objetivo realizar uma reforma da Sociedade Recreava Tentamen, incluindo a área interna e externa do prédio, envolvendo a parte arquitetônica, elétrica e hidráulica, pintura de paredes, recuperação de sua estrutura de madeira, reorganização dos espaços destinados à área administrava, recepção e lazer, bem como adequando o espaço às condições de acessibilidade.

O presidente da Fundação Elias Mansour, Manoel Pedro, detalhou a importância da aprovação do projeto.

“ Estamos muito otimistas e felizes em poder trabalhar com a revitalização deste espaço, que simboliza grande parte patrimônio cultural material e imaterial. Esse vem sendo um dos desafios da nossa gestão que tem uma visão sensível para todos os espaços culturais acreanos”, explicou.

Manoel Pedro, detalhou ainda o trabalho desenvolvido pela equipe responsável pela apresentação do projeto de revitalização.

“Toda nossa equipe de planejamento está muito empenhada nesse processo e todos esforços são gratificados quando o resultado final é para o bem coletivos dos acreanos”, finalizou o presidente.

O valor de repasse para o projeto é de R$ 834.286,41 com contrapartida de R$ 1.500,00 e duração de 24 meses para execução.

A Sociedade Recreativa Tentamen foi fundada em 1924 por famílias da sociedade de Rio Branco para proporcionar lazer aos donos de grandes seringais, autoridades locais, funcionários públicos e comerciantes. Configurou-se como o primeiro Clube Social de Rio Branco.

O imóvel possui características da arquitetura de madeira ou mista com cobertura em zinco, edificada no período extra vista. Apresenta características que se assemelham aos chalés trazidos de Manaus para implantação no Território Federal do Acre no início de 1910.

ACADEMIA JUVENIL ACREANA DE LETRAS REALIZA PREMIAÇÃO DE JOVENS ESCRITORES

A Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), a Academia Juvenil Acreana de Letras (AJAL) e o Governo do Estado do Acre realizaram ontem, 07, a entrega do Prêmio Literário da Academia Juvenil Acreana de Letras, sendo premiados dois jovens escritores residentes no estado. O evento aconteceu no Memorial dos Autonomistas e teve como objetivo fomentar e estimular a produção de obras literárias locais.

Estavam presentes o presidente da FEM, Manoel Pedro (Correinha), a primeira-dama do estado, Ana Paula Cameli, o presidente da AJAL, Jackson Vianna, e a diretora do Núcleo de Altas Habilidades/Superdotação, Taís Galdino.

Para o presidente Correinha, poder premiar esses jovens escritores é motivo de orgulho para a FEM e todo o estado. Ele afirma que esses talentos possuem um futuro promissor garantido.

“Em primeiro lugar, gostaria de agradecer e parabenizar a AJAL, porque ela promove e estimula a literatura. Ter pessoas ligadas às artes só engrandece todo o nosso estado”, frisou. “A FEM está muito orgulhosa de participar, de ajudar nessa premiação junto a AJAL. Não estamos fazendo mais que nossa obrigação, esse é o papel da FEM enquanto fomentadora. Só temos a agradecer.”

A primeira-dama Ana Paula Cameli explicou que a iniciativa partiu da AJAL e foi abraçada pelo gabinete imediatamente. “Fico muito satisfeita de poder incentivar esses jovens a produzir literatura. O que nós pretendemos é continuar com nossa parceria e que esse prêmio aconteça todos os anos para multiplicar os talentos do nossos Estado”, enfatizou a primeira-dama.

Divididos em duas categorias, os prêmios homenagearam escritores locais. A premiação do segmento de poemas foi intitulada J.G. de Araújo Jorge; já o segmento dos contos homenageou Florentina Esteves. Os vencedores receberam uma comenda e um diploma de menção honrosa da AJAL.

Confira abaixo os escritores premiados:

Categoria de Contos – Comenda Florentina Esteves

1º lugar: Renato Freitas de Menezes

2º lugar: Wudson Chaves da Silva Junior

3º lugar: Alexia de Albuquerque Assem

Categoria de Poemas – Comenda J.G. de Araújo Jorge

1º lugar: Natan de Lima França

2º lugar: Marcos Vinicius Silva de Araújo

3º lugar: Igor Felipe Teixeira de Souza

COM APOIO DA FEM, ASACINE REALIZA XI FESTIVAL ACREANO DE VÍDEO

A Associação Acreana de Cinema – ASACINE, com apoio da Fundação Elias Mansour realizará dos dias 26 a 30 de setembro o XI Festival Acreano de Vídeo, no Teatro Hélio Melo, em Rio Branco.

O festival presencial, contará com todo um esquema de ações de proteção contra o covid-19.

Adalberto Queiroz, presidente da ASACINE, destaca que o evento será realizado respeitado todo os procedimentos de saúde, conforme estabelece as autoridades de Saúde.

“Teremos uma equipe que estará cuidando especialmente para que nenhum dos protocolos de segurança sejam desrespeitados pelos presentes. Os assentos serão colocados com distanciamento conforme o procedimento de saúde, além a obrigatoriedade do uso de máscara e álcool em gel”, destaca Queiroz.

O Festival iniciará às 19 horas, com entrada franca ao público. Serão apresentados por noite três filmes com duração máxima de uma hora.

FUNDAÇÃO DE CULTURA ELIAS MANSOUR DEBATE REABERTURA DE CADASTRO CULTURAL PARA TRABALHADORES DA CULTURA

A manhã desta segunda-feira, 14, foi pautada por uma reunião entre funcionários e a presidência da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM) na Usina de Arte João Donato. Dentre os temas discutidos, esteve a reabertura dos cadastros culturais para o recebimento da renda emergencial destinada pela Lei Federal nº 14.017, conhecida como Lei Aldir Blanc.

Dentre os presentes, estava o presidente da FEM, Manoel Pedro (Correinha). De acordo com o presidente, a iniciativa de reabertura do cadastro visa atender solicitações de segmentos artísticos e de trabalhadores da cultura que não obtiveram informação sobre a abertura do cadastro no mês de agosto ou que tiveram dificuldade em acessar o formulário devido a problemas com sinal de internet.

“A FEM se reuniu com a sensibilidade de discutir essa pauta, porque entendemos que o interior tem maior dificuldade de acesso se comparado à capital, por exemplo. Ficou decidido pela Comissão de viabilização da lei que esse prazo será dilatado para que aqueles que não tiveram acesso por alguma dificuldade possam realizar o cadastro. Esse é o nosso papel, de ouvir, avaliar e decidir.”, frisa.

O cadastramento está com data prevista para reabrir no dia 17 de setembro e será destinado apenas para a renda emergencial a trabalhadores da cadeia produtiva da cultura. Após o preenchimento, o formulário passará por avaliação do governo do estado e governo federal para que possa ser homologado com base nos critérios descriminados no artigo 6º da Lei Aldir Blanc.

LEI ALDIR BLANC: FEM FORTALECE PARCERIA COM SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE CULTURA

Após a aprovação do Plano de Ação estadual da Lei Aldir Blanc, elaborado pela Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), o governo iniciou uma série de conversas com os secretários municipais de cultura do Acre.

Nesta última sexta-feira, 04, os chefes de departamento da FEM, Diego Negreiros e Alessandro Silva, e o chefe da divisão de apoio as artes, Matheus Gomes, estiveram na região do Alto Acre, onde se reuniram com os secretários de cultura dos municípios de Epitaciolândia e Brasiléia.

Em Epitaciolândia, os gestores puderam ouvir questionamentos e esclarecer alguns pontos da lei ao prefeito do município, Tião Flores, a secretária de cultura, Ana Paula Alencar e ao secretário de planejamento, José Paraguassu.

“Nossa missão é sanar todas as dúvidas dos secretários para que possamos ter uma excelente execução desse recurso, assim fomentaremos a cultura e subsequentemente a economia em todo o Acre”, destaca Diego Negreiros.

O prefeito Tião Flores enalteceu a parceria e a atenção da Fundação com os municípios em relação a cultura e, em especial, a lei Aldir Blanc.

“É fundamental esse canal de diálogo que a FEM tem ofertado a nós no interior, pois estamos muitas vezes esquecidos, e agora temos visto a preocupação do governo que tem sido mais do que um parceiro para os municípios no Estado”, revela Flores.

Já em Brasileia, a comitiva se reuniu com a secretária municipal de cultura, Maria de Nazaré, e o secretário de planejamento, Nevesson Tavares.

“Sabemos que há muitas dúvidas em relação a como poderá ser executado o recurso, por isso estamos indo a cada município expor e tirar todas as dúvidas a respeito da execução e acesso à lei”, explica Matheus Gomes.

“Nossa maior dificuldade foi para elaborar o plano de ação, pois havia muitas dúvidas e poucas respostas, por isso essa visita da FEM é tão importante, pois poderemos ter mais clareza no que pode, e o que não pode segundo os dispostos na legislação”, afirma Nazaré.

A Lei Aldir Blanc irá injetar na economia do Acre mais de R$ 23 milhões, que beneficiará todos os produtores de cultura e espaços culturais do estado.

FUNDAÇÃO ELIAS MANSOUR PLANEJA CRIAÇÃO DE REVISTA DIGITAL

Servidores da Fundação Elias Mansour (FEM) se reuniram para discutir a criação de uma revista digital de patrimônio histórico, que reunirá informações sobre a instituição. O encontro possibilitou a criação do conselho editorial, que será composto por membros de setores da FEM, e também permitiu a elaboração do conteúdo que será veiculado no periódico.

De acordo com a gestora de políticas públicas e chefe do conselho editorial, Irineida Nobre, a revista contará com fotos, documentos e artigos que facilitem a disseminação de informações sobre a cultura local.

“Nosso foco é dialogar de maneira simples e lúdica, mas ao mesmo tempo mostrar que o Patrimônio Histórico quer estreitar laços com a comunidade”, conta Irineida. A revista será bimestral e tem seu lançamento previsto para o dia 5 de novembro, Dia da Cultura. Ela estará disponível no site da FEM.

FEM RECEBE PROPOSTA DO MOVIMENTO INDÍGENA PARA A LEI ALDIR BLANC NO ACRE

A Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM) realizou nesta sexta-feira, 28, uma videoconferência com representantes da cultura indígena no estado do Acre. O encontro, que durou mais de 2 horas, teve como objetivo a apresentação de uma proposta consolidada pelo segmento, construída após a primeira escuta cultural realizada pela FEM no dia 12 de agosto, para aplicação dos recursos da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc.

Durante a reunião, o segmento falou a respeito das dificuldades que os povos indígenas têm enfrentado nos últimos tempos, em decorrência da pandemia da covid-19, que tem afetado gravemente a vida de povos originários, residentes em municípios do interior do Acre. Além dessa crise sanitária que já levou a óbito 26 indígenas, eles também dialogaram sobre a dificuldade da paralisação das atividades culturais, que vão desde as artes indígenas até outros modos de vida, utilizados por muitos deles para a própria sobrevivência.

Na proposta apresentada pelo segmento, eles defendem uma linha de fomento específica e diferenciada para os povos indígenas, por considerarem injusto que concorram com agentes culturais que possuem melhores acessos a recursos tecnológicos e outras ferramentas, como o domínio da escrita em língua portuguesa, o que não é a realidade da maioria desses povos, que possuem melhor domínio da oralidade.

“Nós tivemos um calendário de escutas para ouvir a cada um dos segmentos e para a cultura indígena não poderia ser diferente, muito pelo contrário, estamos novamente fazendo esse diálogo e eu estou pessoalmente acompanhando a apresentação formal dessa proposta por entender a relevância de adotarmos políticas de amparo emergencial aos povos indígenas que têm um papel imprescindível na cultura do nosso Estado”, disse Manoel Pedro (Correinha), presidente da FEM.

O texto da proposição veio acompanhado de uma carta, assinada por pessoas de todo o Brasil, que explica para o governo estadual de que forma essa proposta foi construída, e que será analisada pelo corpo técnico de trabalhos da Lei Aldir Blanc no Acre. Além disso, defendeu-se também a importância de se pensar na adequação das formas de acesso a todas as culturas, com formulários de proposição simplificado, auxílio de um tradutor, prestação de contas simplificada, que amenize os riscos de inadimplência, e a garantia de que metade dessas propostas aprovadas sejam da autoria de mulheres indígenas.

Com a finalização das escutas culturais no dia 24 de agosto, a Comissão Estadual da Lei Aldir Blanc se debruça agora na análise minuciosa das propostas recebidas, tendo o suporte de um corpo técnico formado por servidores da FEM que têm acompanhado a construção do plano de execução dos recursos da Lei, visando garantir a legalidade, razoabilidade e acessibilidade na aplicação do montante de R$ 16,4 milhões.

FEM REALIZA PLANEJAMENTO DE DIVISÃO DO RECURSO DA LEI ALDIR BLANC

A comissão de trabalhos da Lei Emergência Cultural Aldir Blanc, nomeada em julho pela Fundação de Cultura Elias Mansour, realizou na manhã desta sexta-feira, 28, um encontro para deliberar as diretrizes que nortearão a divisão do recurso no valor de R$ 16,4 milhões voltados para o fomento a cultura acreana durante o período pandêmico.

Recentemente, a comissão encerrou a fase de escutas dos segmentos onde puderam ouvir quais são os anseios e ideias destes para a aplicação do recurso federal.
O recurso alcançará todos os segmentos culturais e os trabalhadores de cultura.
“Estamos em uma nova fase, onde a comissão de viabilização da Lei no âmbito estadual discute a construção do Plano de ação e divisão dos recursos que irão atender tanto os projetos de fomento quanto o auxílio emergencial dos trabalhadores. Este momento é primordial para que a FEM possa olhar com sensibilidade as propostas recebidas pelos segmentos durante as escutas”, destaca Simone Pessoa, coordenadora da comissão.

LEI ALDIR BLANC: FEM REALIZA REUNIÃO REMOTA PARA OUVIR SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE CULTURA

A Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM) realizou, na manhã desta quinta-feira, 27, uma reunião com os secretários municipais de Cultura, os quais foram ouvidos à respeito de suas dúvidas, ideias e sugestões para a Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc.

O chefe do Departamento de Políticas Públicas Culturais, Diego Negreiros acompanhou a reunião atento aos questionamentos e outras demandas dos secretários.

“Este momento é fundamental, pois mantemos o canal democrático de diálogo com os secretários desde o início, prestando todos os esclarecimentos quanto à Lei Aldir Blanc”

O secretário municipal de Cultura de Mancio Lima, Igor Araújo destacou a importância da reunião para as ações dos municípios em relação aos procedimentos da Lei Aldir Blanc.

“O encontro é de fundamental importância para que nós possamos trabalhar e formular as ações da lei em nossos municípios e atender os fazedores de cultura”, afirmou o gestor.

A LUZ PARA UMA BOA COMUNICAÇÃO

Mais do que comunicar, o setor de comunicação é responsável por construir a imagem da organização a qual está vinculado. Por isso, desde o início desta gestão, a Fundação Elias Mansour não tem medido esforços para  oferecer um serviço com a qualidade que o público acreano merece, valendo-se não somente do trabalho de bons profissionais, como de uma estratégia que tem gerado significativo retorno nos últimos meses. Assim que, na manhã desta quinta-feira, 27, presidência e assessoria de comunicação da FEM estiveram mais uma vez reunidas na Usina de Arte João Donato.

Seguindo todos os protocolos de proteção para o novo corona vírus, a reunião torna-se encontro. Os presentes sugerem mudanças, compartilham aflições e se reconhecem como equipe. Nas dificuldades, encontram o apoio de um ou outro, mas, logo depois, percebe-se: um são todos. Quando todos se ajudam, todos celebram. Quando todos colaboram, todos avançam. Quando todos, todos vencem. E assim seguem, todos lutando. Todos trabalhando para comunicar tudo sobre a cultura do Acre.

“Nós temos uma equipe qualificada, gente do jornalismo, da literatura, das artes visuais. Temos também conteúdo de qualidade para oferecer. E agora, o que é melhor, temos um portal online, que almejamos seja uma referência na e para a cultura do povo acreano” diz Manoel Correia, Correinha, presidente da FEM. “Com uma equipe multidisciplinar, são múltiplos os olhares e múltiplas as possibilidades, então esse momento com a participação de toda a equipe é essencial para que exista o alinhamento necessário para uma sempre melhor comunicação”.